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Cidades da Mata Sul tiveram abastecimento de água prejudicado pelas fortes chuvas

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O Governo de Pernambuco decretou estado de calamidade pública em 14 municípios

As maiores precipitações de chuvas, nos últimos dias, ocorreram na Zona da Mata Sul e Agreste do estado, principalmente nas bacias dos rios Ipojuca e Una. A Mata Sul foi a região mais prejudicada. As situações mais críticas se encontram em Ribeirão, Joaquim Nabuco, Sirinhaém e Barra de Sirinhaém que estão com os sistemas de fornecimento de água suspenso ou parcialmente afetados em função de inundações, níveis de turbidez da água, falta de energia, entre outros problemas provocados pela intensidade das chuvas. O Governo de Pernambuco decretou estado de calamidade pública em 14 municípios.

Na cidade de Ribeirão, o Açude Ingaí transbordou e inundou as estações de bombeamento e de tratamento de água. As unidades permanecem paralisadas devido à dificuldade de acesso para iniciar o trabalho de esgotamento das estações, ação que só será possível de ser executada quando o nível do açude baixar. De acordo com a Compesa, carros-pipa serão disponibilizados para atender a população . A empresa afirmou ainda que até amanhã, as cidades de Sirinhaém e Barra do Sirinhaém - também sem o abastecimento de água em função da inundação da elevatória de Camboinha - começarão a ser atendidas pela rede, em regime de rodízio, com água da Barragem de Água Fria de Baixo.

A população de Joaquim Nabuco também está desabastecida. Além disso, toda cidade de Barreiros teve o fornecimento de energia suspenso como medida preventiva, e por este motivo, o abastecimento de água para a população também foi paralisado. Sobre isso, a Compesa informou que aguarda a Celpe restabelecer a energia elétrica para retomar o abastecimento em Barreiros até amanhã.

Normalização do abastecimento
Vitória do Santo Antão está recebendo água apenas do Sistema Águas Claras, depois que a Adutora de Tapacurá, que contribui com 150 litros de água por segundo para o abastecimento da cidade - o que corresponde a 50% da oferta de água - teve trecho da tubulação deslocado pelas chuvas e está sem funcionar. O trecho da adutora que desacoplou fica dentro de um riacho, que está com o nível muito alto, dificultando o acesso dos técnicos da Compesa. A previsão é executar o conserto da tubulação até a próxima sexta-feira. Atualmente, o calendário da cidade voltou ao regime de três dias com água e 17 dias sem.

A cidade de Escada também está sendo abastecida, no momento, apenas pelo Rio Sapocagy, com a vazão de 42 l/s, tendo em vista que a captação (flutuante) no Riacho de Pata Choca foi deslocada pelas fortes chuvas. Os técnicos trabalham para finalizar o conserto do equipamento até esta quarta-feira. Até lá, a cidade será atendida com o rodízio de dois dias com água e sete dias sem o abastecimento.

Nas cidades de Primavera, Tamandaré, e no distrito de Saué, o abastecimento já foi regularizado.

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Fonte: www.diariodepernambuco.com.br  

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